A inovação é uma mente empreendedora


Com o clima atual inundado por avanços tecnológicos e desafios geopolíticos, a próxima geração de trabalhadores enfrenta a entrada em um mundo de trabalho complexo, onde se contentar com o clichê não é mais uma opção.


Hoje em dia os modelos de contratação mudaram muito, e a economia gig disparou. Um mercado de trabalho caracterizado pela prevalência de contratos de curta duração ou trabalho autônomo. Assim surgem os funcionários empreendedores que precisam assumir riscos, abraçar a mudança e agir com persistência.

Um modelo de gestão baseado na autonomia e na liberdade de ideias, que promete ser “a quarta revolução industrial”. Afinal, que líder não gostaria de ter uma equipe que trate a sua empresa como se fosse dele, dando o seu melhor para o crescimento e vivenciando as derrotas.

A mentalidade empreendedora envolve criatividade e uma série de habilidades gerenciais e de negócios que são os dois eixos principais do empreendedorismo. Isto nos traz um quadrante que ajuda a perceber quem tem este potencial, afinal ser empreendedor é o princípio para o sucesso em qualquer área.

Desde que se começou a se falar em mentalidade empreendedora, diversos métodos de gestão voltados para esse objetivo surgiram. Dentre eles, o que considero mais efetivo, foi o desenvolvido no livro “The Management Shift” de Vlatka Hlupic.

Contendo uma pesquisa que aponta que a expectativa de vida corporativa e o desempenho diminuíram 75% nos últimos 50 anos. Embora as pessoas sejam frequentemente consideradas o recurso mais importante de uma empresa, poucas empresas têm um modelo claro de liderança que melhora o engajamento, remove barreiras à inovação e descobre pontos fortes ocultos nas pessoas e na organização.

A tese principal do livro, fala sobre cinco níveis de mentalidade e cultura organizacional pelos quais os indivíduos e as organizações passam, e em cada um desses cinco níveis há um impulso diferente para a mentalidade empreendedora, são eles:

Nível 1: o pensamento empreendedor é quase inexistente, pois as pessoas estão focadas na sobrevivência.

Nível 2: é aleatório e esporádico, quase acidental.

Nível 3: é compatível, pois os funcionários tentam tarefas empreendedoras apenas quando solicitados

Nível 4: o pensamento empreendedor é incorporado à cultura organizacional. Nesse nível, os funcionários têm autonomia para experimentar novas ideias e colaboram com diversas equipes.

Nível 5: a mentalidade empreendedora se torna intrínseca, e fica embutido subconscientemente nos funcionários, pois não há limites para pensar sobre o que pode ser alcançado.

Esse com certeza é um modelo de gestão que vai revolucionar as empresas a nível global, e se os líderes desejam continuar tendo e aumentando seus resultados, as estratégias devem começar a partir de agora.

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